LEO FRANCO
ATOR E PRODUTOR
SOBRE
A maioria dos atores diz que a vocação vem do berço. Não acredito nisto. Na verdade, todas as crianças, umas mais, outras menos, têm este dom – representar. Vivem de ilusões, criam personagens, experimentando na fantasia a vida real que está por vir. Minha primeira experiência teatral foi durante as aulas de história do curso científico, no Colégio Andrews.
Lembro-me do professor com carinho. Brilhante, provocador, polêmico, nos instigava, nos fazia pensar. Adam Grzybowski era o seu nome. Em suas aulas encenávamos julgamentos de personagens importantes de nossa história. Esta foi a primeira fagulha, que me fez encarar o teatro de uma forma diferente.
Naquele tempo, eu me preparava para a faculdade de medicina. Seguiria a vocação de meus pais. Cheguei a cursar um período na UFRJ, mas acabei optando pela psicologia. Durante o curso, no entanto, tudo mudou. Descobri nas aulas de psicodrama que queria ser ator e fui arrebatado pelo teatro. Tinha 21 anos de idade. Não me recordo do exato “momento de decisão”. Não fui programado para ser ator, não era o que esperavam de mim. Tive de descobrir sozinho, observando, ouvindo e tendo fé, muita fé.
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